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		<title>Jean-Yves Mollier</title>
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		<pubDate>Fri, 08 May 2009 15:48:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Dorigatti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O francês Jean-Yves Mollier, do Centro de História Cultural das Sociedades Contemporâneas/Universidade de Versailles Saint-Quentin-en-Yvelines, é um dos principais nomes quando se fala nas pesquisas sobre o livro, edição e leitura, do século XV até os dias de hoje. Autor de mais de dez livros sobre o tema, Mollier retorna ao Brasil para participar do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lihed.wordpress.com&amp;blog=7449208&amp;post=18&amp;subd=lihed&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoBodyText"><span lang="PT-BR">O francês Jean-Yves Mollier, do Centro de História Cultural das Sociedades Contemporâneas/Universidade de Versailles Saint-Quentin-en-Yvelines, é um dos principais nomes quando se fala nas pesquisas sobre o livro, edição e leitura, do século XV até os dias de hoje. Autor de mais de dez livros sobre o tema, Mollier retorna ao Brasil para participar do II Seminário Brasileiro Livro e História Editorial (Lihed), que acontece na Universidade Federal Fluminense (UFF), em Nitéroi, na próxima semana, onde faz a conferência de abertura. Participa também dos enventos que precedem o Lihed, como o </span><span><span lang="PT-BR">Diálogo Brasil-França: Livro e Leitura, teorias e práticas, na próxima segunda, 11 de maio, na Biblioteca Nacional, e do </span></span><span><span lang="PT-BR">Colóquio Internacional: Arquivos, Memória Editorial e História da Vida Literária, nos dias 12 e 13, na Academia Brasileira de Letras.</span></span></p>
<p class="MsoBodyText"><span><span lang="PT-BR"><span lang="PT-BR">Entre as pesquisas que desenvolve, Mollier vai abordar, no Brasil, a relação autor-editor na correspondência da editora Calmann-Lévy no século XIX, um balanço dos estudos realizados na França sobre livro e leitura a partir dos anos 1950 até hoje e situação da leitura e seu público no mundo contemporêneo. O francês aproveita a oportunidade para lançar, pela Edusp, <em><a href="http://www.edusp.com.br/detlivro.asp?ID=411488" target="_blank">O camelô</a></em>, tradução de seu livro <em>Le camelot e la rue</em>, figura essencial da literatura de rua na França, no fim do século XIX, no mundo árabe-mulçumano, na África hoje em dia e mesmo no Nordeste, com os cordelistas. Por aqui, já saíram <em><a href="http://books.google.com.br/books?id=yILLrxCbR18C&amp;printsec=frontcover" target="_blank">Poder, nação e edição</a> </em>(Anna Blume, 2006), organizado em conjunto com Eliana Dutra, reunião de ensaios </span><span><span lang="PT-BR">apresentados no colóquio homônimo, realizado no Departamento de História da UFMG em 2003, que abordam o papel dos impressos na construção da vida política entre os séculos XVIII e XX, na Europa e nas Américas; e <em><a href="http://www.autenticaeditora.com.br/livros/item/441" target="_blank">A l<span>eitura e seu público no mundo contemporâneo</span><span> &#8211; </span><span>Ensaios sobre História Cultural</span></a></em></span></span><span><span lang="PT-BR"> (Autêntica, 2008), que trata da </span></span><span><span lang="PT-BR">cultura do material impresso na Europa após 1760, e de como ele passa de uma atividade reservada a poucos para um lazer compartilhado por um número bem maior de leitores, no que o autor chama de “lento surgimento de uma cultura de massa”, primeiro na Grã-Bretanha e na França, por volta de 1880, acelerado pelas revoluções escolar e<span>  </span>industrial, que deram origem ao romance-folhetim, o manual escolar, o dicionário, o livro de divulgação de conhecimentos. (<a href="http://www.autenticaeditora.com.br/download/capitulo/20090218120315.pdf" target="_blank">Leia a introdução do livro</a>).</span></span></span></span></p>
<p class="MsoBodyText"><span><span lang="PT-BR"><span><span lang="PT-BR">Leia a entrevista de Mollier, concedida um pouco antes de embarcar ao Brasil, onde participa também, após o II Lihed, de conferências em Belo Horizonte, na UFMG, e em São Paulo, na USP, para lançar <em>O camelô</em>.</span></span></span></span></p>
<p class="MsoBodyText"> </p>
<p class="MsoBodyText"><span><span lang="PT-BR"><span><span lang="PT-BR"><strong>O senhor afirma que as bases materiais para a leitura de massa surgem em meados do século XIX, com o folhetim, os jornais e revistas populares, bem como os romances a preços baixos. Como elas se tornariam os germes da cultura midiática? </strong></span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>Jean-Yves Mollier. </span></strong><span lang="PT-BR">Os germes da cultura midiática estão contida no aparecimento dos <em>faits divers</em> [literalmente, "fatos diversos", em francês, mas que no jargão jornalístico refere-se a acontecimentos pitorescos, inusitados, que geralmente remetem a temas leves, curiosos] e do folhetim na imprensa francesa, no início dos anos 1830. A leitura do jornal passa a ser uma certa obrigação a qual submeteram-se os três quartos dos franceses em 1900 (10 milhões de diários vendidos a cada dia, lidos por 30 milhões entre os 40 milhões de habitantes). </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><strong>Por que isto definiria a emergência da cultura moderna?</strong></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><strong><span style="font-weight:normal;"><strong><span lang="PT-BR">Mollier.</span></strong><span lang="PT-BR"> A cultura moderna será cada vez menos greco-latina, sábia e letrada e, cada vez mais, uma cultura fundada através da leitura da imprensa e das mídias.  </span></span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span lang="PT-BR">O que se modifica com a aculturação das massas, a partir de 1838, com a revolução nas estruturas escolares e o crescente acesso à informação, sobretudo com a diminuição do preço do livro?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span lang="PT-BR"> <span style="font-weight:normal;"><strong><span lang="PT-BR">Mollier.</span></strong><span lang="PT-BR"> A partir deste momento em que a população vai à escola primária, lê o jornal e os folhetins, na literatura, uma fermentação e uma aculturação acontecem.</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong>Como o discurso da &#8220;alienação&#8221; através dos romances sentimentais ou de aventuras – e depois, do cinema, da televisão, dos computadores e dos videogames – se institui? Por que ele se repete a cada surgimento de uma nova tecnologia e a quem interessa?</strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span lang="PT-BR">Mollier.</span></strong><span lang="PT-BR"> O discurso das mídias é alienante de uma certa maneira e sinaliza o começo de outra [concorrente]. Ele substitui alienações antigas, tradicionais, de outros, mais sutis, mas impõe também a discussão crítica de novidades, pois o leitor nunca é passivo e nunca adere completamente àquilo que lê. </span> </p>
<div id="attachment_22" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-22" title="mollier" src="http://lihed.files.wordpress.com/2009/05/mvc-022s.jpg?w=300&#038;h=225" alt="O historiador, durante o I Lihed, em 2004" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">O historiador, durante o I Lihed, em 2004</p></div>
<p class="MsoNormal"> <span lang="PT-BR"><strong>O que caracteriza as pesquisas sobre livro e leitura na França entre 1950 e 2008?</strong></span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span lang="PT-BR">Mollier.</span></strong><span lang="PT-BR"> Quatro fases se sucedem: Febvre e Martin se empreendem primeiramente em um domínio até então deixado aos literários; em seguida, Martin e Chartier lançam a História da edição francesa, apoiando-se em pesquisas numerosas sobre os séculos XVI, XVII e XVIII, mas insuficientes para os séculos XIX e XX, que eu vou dirigir (terceira fase). A quarta será aberta em 2000 com o início de colóquios internacionais e comparativos. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><strong>Quais as principais mudanças nos hábitos de leitura em relação a primeira metade do século XX?</strong></span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span lang="PT-BR">Mollier. </span></strong><span lang="PT-BR">A aposta de políticas públicas de leitura é a maior mudança, colocada em 1936 e então recolocada em 1945, mas verdadeiramente realizada depois de 1970. Oito milhões de objetos impressos se encontravam em bibliotecas públicas francesas em 1950, número que chegou a 200 milhões hoje em dia.</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong>Como avaliar qualitativamente esses hábitos? Qual a melhor maneira para não torná-los reducionistas?</strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span lang="PT-BR">Mollier.</span></strong><span lang="PT-BR"> É muito difícil, através de testes, de questionários inteligentes (é muito raro!), de questões incômodas, íntimas, como o lugar onde deixamos livros nos apartamentos, os livros da mulher, do homem, das crianças etc.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><strong>Como as novas tecnologias influenciam e alteram os hábitos de leitura?</strong></span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span lang="PT-BR">Mollier.</span></strong><span lang="PT-BR"> A tela plana modifica radicalmente a apreensão do texto pelo olhar e mesmo pelo corpo, então a consciência. Do papiro ao livro e à tela plana, não lemos o mesmo texto mesmo se temos a ilusão de que ele não mudou (por exemplo, um diálogo socrático). O suporte material induz modos de recepção diferentes.</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong>A partir da análise da relação autor-editor, tendo como base a correspondência da editora Calmann-Lévy no século XIX, quais as principais contribuições para as instituições literárias?</strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span lang="PT-BR">Mollier.</span></strong><span lang="PT-BR"> Os arquivos dos editores esclarecem os lados esquecidos do campo literário: do editor, do diretor de coleção, do leitor, na escrita final do volume publicado, as recomendações do livro à imprensa, aos críticos etc.</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong>Quais são as mudanças fundamentais nessa relação ao longo do século XIX?</strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span lang="PT-BR">Mollier.</span></strong><span lang="PT-BR"> O autor dominava a relação autor-editor (livreiro na época) na época de Voltaire; o editor obteve o poder no início do século XIX e seu poder se fortaleceu no século XX.</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong>E em relação ao século XXI, o que permanece e o que sofreu profundas mudanças?  </strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span lang="PT-BR">Mollier.</span></strong><span lang="PT-BR"> Num grupo de comunicação (imprensa, rádio, TV, editora), somente os autores midiáticos têm importância. Tudo é feito por eles, poucas coisas pelos outros, abandonados a editores de segunda categoria, exceto quando eles obtêm um sucesso inesperado.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><strong>Poderia falar um pouco sobre do que trata o livro <em>O camelô</em> (Edusp), que será lançado no II Lihed?</strong></span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span lang="PT-BR">Mollier.</span></strong><span lang="PT-BR"> O camelô é uma figura essencial da literatura de rua na França, no fim do século XIX, no mundo árabe-mulçumano, na África hoje em dia e mesmo no Nordeste ou na Bahia onde os cantores de rua, cordelistas, reatam com a tradição dos trovadores.</span></p>
<p><span lang="PT-BR"></p>
<div id="attachment_23" class="wp-caption alignnone" style="width: 219px"><img class="size-medium wp-image-23" title="capa_camelo" src="http://lihed.files.wordpress.com/2009/05/o-camelo_mollier.jpg?w=209&#038;h=300" alt="Publicado em 2004 na França, o livro é lançado no Brasil pela Edusp" width="209" height="300" /><p class="wp-caption-text">Publicado em 2004 na França, o livro é lançado no Brasil pela Edusp</p></div>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><strong>Como o senhor vê a realização do Seminário do Lihed, já que participou do primeiro encontro, em 2004?</strong></span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span lang="PT-BR">Mollier. </span></strong><span lang="PT-BR">O II Seminário vai sintetizar os progressos de pesquisas efetuadas desde o I e abrir ainda mais a comparação internacional.</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong>Poderia falar sobre os compromissos que terá no Brasil depois do II Lihed, em Sao Paulo e Belo Horizonte?</strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span lang="PT-BR">Mollier.</span></strong><span lang="PT-BR"> Irei 15 de maio a Belo Horizonte e darei conferências na Universidade Federal de Minas Gerais e, em seguida, em 22 e 23 de maio, irei à Universidade de São Paulo dar outras conferências pela ocasião da publicação do meu livro <em>O camelô</em> (Edusp), em português.</span></p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<br />Publicado emUncategorized Tagged: camelô, edição, frança, história cultural, história editorial, jean-yves mollier, leitura, lihed, livro, mollier <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/lihed.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/lihed.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/lihed.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/lihed.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/lihed.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/lihed.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/lihed.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/lihed.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/lihed.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/lihed.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/lihed.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/lihed.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/lihed.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/lihed.wordpress.com/18/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lihed.wordpress.com&amp;blog=7449208&amp;post=18&amp;subd=lihed&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Apresentação</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 19:48:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Dorigatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, o blog Por dentro do II Lihed vai trazer entrevistas, textos, notas e comentários sobre o II Seminário Brasileiro Livro e História Editorial, que acontece entre 11 e 15 de maio, no Rio de Janeiro e Niterói. Segundo Aníbal Bragança, coordenador geral, o seminário “expressa o desenvolvimento da área multidisciplinar de estudos do livro e da [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lihed.wordpress.com&amp;blog=7449208&amp;post=7&amp;subd=lihed&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá,</p>
<p>o blog <strong>Por dentro do II Lihed</strong> vai trazer entrevistas, textos, notas e comentários sobre o II Seminário Brasileiro Livro e História Editorial, que acontece entre 11 e 15 de maio, no Rio de Janeiro e Niterói.</p>
<p>Segundo Aníbal Bragança, coordenador geral, o seminário “expressa o desenvolvimento da área multidisciplinar de estudos do livro e da leitura, em sua complexidade, da formação acadêmica dos profissionais do mundo editorial e livreiro até à produção conceitual e teórica de seus pesquisadores, em suas diferentes abordagens e disciplinas”. </p>
<p>O lema “Cultura letrada no Brasil: avanços, crises e perspectivas” tem como intuito “estimular os estudos da formação e desenvolvimento da cultura letrada, especialmente no Brasil, e suas relações com as culturas orais e tradicionais e as interações com a cultura audiovisual e digital. Busca também conhecer os desafios colocados às práticas da cultura letrada diante da emergência na contemporaneidade de novas dinâmicas sociais, de construção de subjetividades e de práticas educacionais possibilitadas por novas tecnologias de informação e comunicação”, acrescenta Bragança.</p>
<p>Entre os convidados, os franceses Roger Chartier, Jean-Yves Mollier, Diana Cooper-Richet, Frédéric Barbier, Jean-François Botrel, Michel Melot e André Vauchez, a portuguesa Manuela Domingos, o argentino Gustavo Sorá, além de Eliana Dutra, Márcia Abreu, Alessandra El-Far e Tania Maria Bessone, entre outros.</p>
<br />Publicado emUncategorized  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/lihed.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/lihed.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/lihed.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/lihed.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/lihed.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/lihed.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/lihed.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/lihed.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/lihed.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/lihed.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/lihed.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/lihed.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/lihed.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/lihed.wordpress.com/7/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lihed.wordpress.com&amp;blog=7449208&amp;post=7&amp;subd=lihed&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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